quinta-feira, 25 de abril de 2013

Documentário Hiato




Direção de Vladimir Seixas. 20min. 2008.

O confronto entre o mundo do consumo e o mundo dos despossuídos. Documentário denuncia a parede "invisível" existente na sociedade ao acompanhar um grupo de movimento sem teto dentro de um shopping na zona sul do RJ.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Inauguração do Instituto de Estudos Críticos do Direito

Dia 18/04/2013, Das 18h às 20h - Local: Plenário do IAB

Com a palestra "A Construção Social do Direito: Requisitos de Legitimação"

 

Palestrante
Prof. Dr. José Geraldo de Sousa Junior
Ex Reitor da UnB

Presidente da Mesa:
Prof. Miguel Baldez
Presidente do IECD


Informações: www.iabnacional.org.br Tel: 2252-4538 /2509-4951
Local: Plenário do Instituto dos Advogados Brasileiros
Av. Marechal Câmara, 210 - 5º Andar -  Castelo - Rio de Janeiro/RJ

Realização:
Instituto dos Advogados Brasileiros
Instituto de Estudos Críticos do Direito

Apoio: EMERJ 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ato pelo Reconhecimento do Direito à Moradia da Comunidade do Horto

SOS MORADORES DO HORTO  
Ato pelo Reconhecimento do Direito à Moradia da Comunidade do Horto

O prazo final para a decisão do governo sobre o destino das moradias do Horto está chegando ao fim.

80% da comunidade pode ser removida. Impedir essa injustiça depende de NOSSA LUTA.

Participe do ato de entrega da solicitação do reconhecimento do direito à moradia da comunidade do Horto.

Dia: 18/04/2013 (quinta-ferira)

Local: Superintendência do Patrimônio da União do Rio de Janeiro - SPU/RJ
(na escadaria do prédio do Ministério da Fazenda - Av Antônio Carlos, 375. Centro.)

Horário: 14h00

sexta-feira, 12 de abril de 2013

MORRO SANTA MARTA CONVOCA UM ATO DE RESISTÊNCIA CONTRA A REMOÇÃO DO MORADORES DO PICO!



É amanhã, sábado (13/04) às 18h, no Pico do Morro Santa Marta.

Roda de Funk e Hip-Hop, na volta das atividades de resistência, contra a remoção do pico.

Só chegar, contamos com geral...

Contamos com tod@s.

Repper Fiell

Fotos do 5º Sarau Apafunk

Sarau realizado no dia 11 (quinta) de Abril em frente a ocupação Manuel Congo.
Poeta convidado: ZÉLIA BALBINA
Pocket Show: O LEVANTE / MC XAKA


Clique sobre a foto para visualizar a galeria / Fotos Natalia Urbina

quarta-feira, 10 de abril de 2013

5º Sarau APAFUNK

Na próxima quinta (11/04) acontece o quinto Sarau da Apafunk, com iníco marcado para as 19h em frente a Ocupação Manuel Congo, Rua Alcindo Guanabara, 20 - Centro. Compartilhe o evento no facebook: clique aqui e acesse o link.

Convidad@s de ABRIL: ZÉLIA BALBINA
Pocket Show: O LEVANTE / MC XAKAL


Confira os vídeos Promo com imagens do último sarau, créditos Mariana Moraes:






. imagem de divulgação do evento .

"Quem é de somar, COLA!"

terça-feira, 2 de abril de 2013

Nem uma moradia a menos no Horto! Venha resistir conosco amanhã (03/04) a partir das 7h da manhã.




A União Federal tem até amanhã para assumir de uma vez por todas o plano de Regularição Fundiária que fez com a UFRJ para a comunidade do Horto, não aceitaremos que as famílias pobres e centenarias sejam despejadas do local enquanto os reais desmatadores constroem mansões e sedes de suas empresas, sem que com eles nada aconteçam.

CHAMADO PARA APOIO À RESISTÊNCIA!
QUARTA-FEIRA (03/04), A PARTIR DA 7H DA MANHÃ.
Rua Pacheco Leão, 1235 - Grotão - Horto (ao lado da sede do SERPRO)

sábado, 30 de março de 2013

Vice-Diretora da Escola do Jardim Botânico desmente O GLOBO

Esta é a prova da campanha criminalizante da Rede GLOBO contra a comunidade do Horto. Sabemos o interesse da emissora, que tem sede na área, de expandir seus terrenos. Sabemos também do compromisso da GLOBO com a especulação imobiliária. Por isso, vale tudo, inclusive adulterar falas da Vice-Diretora da Escola do Jardim Botânico, para incriminar os pacíficos moradores do Horto de atentado a bomba. A quem interessa implantar uma bomba no Jardim Botânico? A quem interessa criminalizar os moradores do Horto?



terça-feira, 26 de março de 2013

Comunidade do Horto: conheça a história centenária de luta





A ocupação da área do Horto Florestal, hoje pertencente à União Federal, data do ano de 1808, quando D. João VI desapropriou o Engenho de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa para a construção de uma fábrica de pólvora. Em 1811, foram erguidas vilas para a instalação dos trabalhadores da fábrica, em virtude de o local ser considerado de difícil acesso. Com a transferência da fábrica para Raiz da Serra, aos pés da serra de Petrópolis, a área foi desmembrada e alienada, sendo muitas casas de antigos funcionários cedidas, já no século XX, a funcionários do Jardim Botânico. Assim, gerações de famílias de funcionários e descendentes de funcionários da antiga fábrica e do Jardim Botânico construíram uma comunidade nos arredores do parque, com autorização (formal e informal) das diversas administrações do Jardim Botânico.

Durante anos, os moradores do Horto vêm cuidando desta localidade como extensão de suas vidas, impedindo, inclusive, a implantação de projetos de grande impacto sócio-ambiental, como as construções de um cemitério e de conjunto residencial. Hoje, a área é ocupada por 589 famílias de baixa renda, formada, em sua maior parte, por pessoas idosas, e que possuem inclusive projeto de proteção ao ambiente e história da área (ver http://www.museudohorto.org.br/).

Além das moradias de funcionários e ex-funcionários do Jardim Botânico, a área do Horto é ocupada por condomínios de luxo e instituições como o SERPRO, FURNAS, CEDAE, IMPA, TOALHEIRO BRASIL, entre outros. Essas instituições/empresas não sofrem qualquer tipo de incômodo/coerção/ação judicial por permanecerem na localidade. Enquanto isto os senhores moradores, honestos e dignos trabalhadores e aposentados, estes são classificados como "invasores" (pela imprensa e pela elite local) e "novos favelados". Os moradores enfrentam ameaças de despejo desde 1985, e os processos de reintegração de posse se restringem apenas a eles, apesar da existência de condomínios de luxo e empresas. São, no total, 267 processos de reintegração de posse. Duas famílias já foram despejadas e, atualmente, alguns processos não permitem mais qualquer recurso judicial, estando as famílias intimadas a deixar a área, sem qualquer indenização.

A Associação de Moradores e Amigos do Horto (AMAHOR), e nós movimentos sociais que apoiamos a luta, temos nos mobilizado na defesa do direito à moradia, como um direito inalienável à dignidade humana e com específica previsão constitucional, tendo como parceira a partir de 2008 a própria União Federal, através de sua Secretaria de Patrimônio, que na busca do cumprimento da função sócio-ambiental da propriedade realizou convênio com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, para desenvolver projeto de regularização fundiária.

O projeto, realizado criteriosamente pela Universidade, concluiu que apenas uma pequena parte da comunidade está dentro do perímetro do Jardim Botânico, e teria que ser realocada para terreno de propriedade da União dentro da mesma área. Numa rara interlocução entre poder público, universidade e comunidade centenária, foram construídas soluções que respeitam os direitos fundamentais dos moradores locais e o meio ambiente, demonstrando que é falsa a campanha que opõe moradia à preservação ambiental.

Contudo, para o Poder Judiciário não importa que a União Federal, dona dos terrenos, queira regularizar os moradores centenários, respeitando sua missão como poder público e implementando na prática a função sócio ambiental da propriedade. Importa à “Justiça” a “limpeza” da região para beneficiar a especulação imobiliária, e por isto tem promovido uma verdadeira perseguição ideológica que ameaça responsabilizar, pessoalmente e criminalmente, até mesmo os funcionários que tem promovido a regularização fundiária de acordo com as diretrizes da União Federal previstas em lei.

Em 2012, o Tribunal de Contas da União, provocado e pressionado por Listz Vieira (presidente do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico), pela Associação dos Amigos do Jardim Botânico e pela Rede Globo, paralisou o processo de regularização fundiária do Horto, que estava na fase da concessão da primeira Cessão de Direito Real de Uso. Numa intervenção manifestamente inconstitucional e motivada por questões ideológicas, o TCU determinou a demarcação do perímetro do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico, porém com a ressalva de que, enquanto isso, NENHUMA REINTEGRAÇÃO DE POSSE PODERIA SER FEITA.

No entanto, em recente decisão judicial, o desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo Filho obriga a União Federal a marcar e a fornecer os meios para o despejo de um senhor de 94 anos, sob pena de criminalizar até mesmo o advogado geral da união que atuou no processo!

Em 2005 as tentativas de despejo no Horto geraram a hospitalização de cinco pessoas e a morte de um morador. O que pretendem agora com esta nova investida contra a comunidade? Quantos ainda terão que morrer na imposição de um projeto covarde que trata a cidade como mercadoria, que expulsa das áreas valorizadas os empobrecidos atropelando e destruindo culturas e histórias de vida?

Não iremos aceitar nenhum despejo na comunidade do Horto! Nenhuma moradia a menos! Pela continuidade da regularização fundiária do Horto e pelo cumprimento da função sócio ambiental da propriedade!

quarta-feira, 13 de março de 2013

4º Sarau da APAFUNK Homenagem e Luta, Viva todas as mulheres! Pelo fim do machismo rumo a sociedade matriarcal!





“De manhã o padre veio dizer missa. Ontem ele veio com o carro capela e disse aos favelados que eles precisam ter filhos. Penso: porque há de ser o pobre quem há de ter filhos ¬ se filhos de pobre tem que ser operário? (...) Para o senhor vigário, os filhos de pobre criam só com pão. Não vestem e não calçam.” Quarto de Despejo - Carolina Maria de Jesus
Toda segunda QUINTA FEIRA do mês. Quem é de SOMAR, cola. Arte: Henrique Zizo